"O trabalho começou e está a decorrer bem, está a decorrer a um nível extremamente bom", garantiu o responsável em declarações à Angop.

Por outro, o médico legista deu ainda a conhecer que, dos 24 sacos possíveis, 16 já foram abertos, o que permitiu fazer-se um estudo em termos de patologia forense de aproximadamente 288 peças anatómicas.

Explicou que o trabalho consiste na abertura dos sacos, separação das peças anatómicas, a sua análise, leitura, interpretação possível e acomodação para aguardar os testes de DNA.

Por este facto, o médico legista mostrou-se satisfeito com os trabalhos em curso, admitindo que dentro em breve decorrerá a separação dos corpos, a identificação e subsequentemente a entrega dos mesmos aos respectivos países das vítimas.

Adão Sebastião anunciou a sua deslocação para hoje, quarta-feira, à República da Namíbia, em companhia de um especialista em genética, com o material, visando acelerar os trabalhos.

Lusa / Novo Jornal