Na mensagem, o Prof. Dr. José Carlos Pereira argumenta que, "sendo o mais importante poeta angolano vivo, e um dos maiores poetas da língua portuguesa contemporâneos, a sua obra poética, cuja matriz é a metáfora das quedas de água do rio Cutato da sua infância e adolescência, que afirma serem a sua pátria inaugural da Poesia, é um hino à Humanidade, à sua mais absoluta liberdade e felicidade, à religação do Homem com a Terra e o Ser, mas sem nunca olvidar a angústia de estar vivo e haver Paraíso a habitar, nomeá-lo, festivo e habitável, numa universalidade absoluta do ser humano, num lirismo presciente, a partir de algum telurismo inequivocamente angolano, que, todavia abarca o mundo, a Terra no seu todo, os países e suas peculiares e singularíssimas geografias físicas e humanas, numa harmonia sempre possível, inconteste, soberana e perfeita".
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