Opinião

Não precisamos de recorrer a um dicionário de Língua Portuguesa para ter o mínimo entendimento sobre a diferença entre objectivos anunciados e metas alcançadas.


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Em Janeiro deste ano foram publicadas em Diário da República as mais recentes leis do chamado pacote da comunicação social, designadamente a Lei de Imprensa, da Entidade Reguladora da Comunicação Social, do Estatuto do Jornalista e as leis da Rádio e da Televisão.


Opinião

A erupção das redes sociais revolucionou, de uma ponta à outra, o manejo da informação. Fez ruir os alicerces dos regimes repressivos, que se refugiavam no segredo de Estado para embalsamar o direito dos governados a ser informados sobre o que se passa nos seus países. Desmantelou velhos tabus que hoje permitem aos cidadãos mais facilmente escrutinar o comportamento ético e moral dos governantes.




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Um dia após a ressaca do Dia da Paz, teve início uma guerra sem armas entre os lápis e as canetas, entre o giz e os apagadores. Há anos que os professores ameaçam dar início a uma greve nacional depois de muitas reclamações e apresentação, à luz da lei, do já famoso caderno reivindicativo.


Opinião

Daqui a mais alguns anos - esperamos não serem assim tantos quanto os já vencidos com a queima de vidas humanas inocentes - havemos de nos questionar como foi possível suportar tudo isso.



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Em Agosto deste ano deverão ser realizadas eleições gerais no nosso país. A pré-campanha teve início cedo demais e, como era de esperar, os partidos políticos dão mostras de algum abrandamento na periodicidade dos actos públicos e das novidades das mensagens políticas. Não há outro remédio senão escolher muito bem os timings de intervenção, sob pena de desgaste tanto da forma de estar como do conteúdo a divulgar. O MPLA, que é quem tem uma máquina eleitoral de maior dimensão, consegue fazer o seu candidato circular semanalmente por vários pontos do país, mas não evita que essa sua capacidade seja "manchada" com a acusação de uso ilegal dos meios do Estado, nomeadamente o envolvimento dos governos provinciais e administrações municipais e da imprensa pública que amplia a capacidade de mobilização e de circulação da mensagem, como nos velhos tempos das correias de transmissão.




Opinião

Há dez anos, quando eu viajava muito para a África do Sul, o país de Mandela parecia ser o ponto capital do continente Africano. O então Presidente, Thabo Mbeki, falava da renascença africana. Havia várias iniciativas para o desenvolvimento do continente que davam ênfase a uma fortificação de cooperação e coordenação regional. Cecil Rhodes, grande defensor e implementador do projecto colonial inglês, sonhava com um caminho-de-ferro da Cidade do Cabo ao Egipto; o Presidente Mbeki sugeria que este sonho poderia ser concretizado - para benefício de todos os africanos.



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