Falando à Angop, o responsável sublinhou que depois dos jovens serem formados nos centros e unidades móveis de formação, a instituição entrega kits de trabalho, de modo a facilitar a inserção destes no mercado de emprego.

Disse ainda que a participação da camada juvenil nas acções do empreendedorismo ajuda a criar novos postos de trabalho, concorre para a diversificação da economia e consequentemente na participação de forma direita no combate à pobreza nas famílias.

Para tal, salientou, os jovens devem continuar aderir nas instituições do Inefop, sobretudo nos centros de artes e ofícios, a fim de serem capacitados e enfrentar os desafios com dinamismo e responsabilidade.

Este ano, recordou a fonte, mais de 200 jovens formados nas especialidades de alvenaria, bate-chapa auto, canalização, carpintaria, corte e costura, culinária, pastelaria, decoração, electricidade de baixa tensão, electrónica, informática, mecânica-auto, pintura auto e serralharia, foram colocados no mercado de emprego na região.

Francisco Siku Tchivangulula adiantou que nesta altura cerca de 800 jovens estão a terminar a formação profissional em diversas especialidades, nos centros de artes e ofícios existentes na província do Bié.

Desde o início do processo de formação profissional, em 1998, a instituição já formou e colocou no mercado de trabalho cerca de cinco mil jovens nas especialidades.

Angop/NJ