Dos 19 elementos detidos, 18 são residentes da província de Cabinda e apenas o funcionário do Atlântico vive em Luanda, onde foram todos detidos, quando estavam a arquitectar novo esquema fraudulento.
A rede foi apenas desmantelada na semana passada, mas a Direcção de Investigação e Ilícitos Penais (DIIP) tomou conhecimento da existência desta quadrilha em Novembro de 2025. As diligências resultaram agora nestas detenções.
Quanto ao trabalhador do Banco Millennium Atlântico, conta o porta-voz nacional da DIIP, Quintino Ferreira, "é um dos principais elementos do gangue e aproveitou-se da qualidade de engenheiro, invadiu o sistema bancário e enviou miliares de kwanzas para outras contas".
Para além desta acção, o Novo Jornal soube ainda junto da polícia que a associação criminosa, no ano passado, furtou mais de 700 milhões de kwanzas de um outro banco, cujo processo também está a ser averiguado.
O grupo será apresentado esta segunda-feira,12, em Luanda, durante a sessão de balanço semanal da Direcção de Investigação e Ilícitos Penais, concluiu Quintino Ferreira.

