O arguido esteve perto de ganhar a liberdade por excesso de prisão preventiva no primeiro dia de julgamento, durante a apreciação das questões prévias, situação que gerou uma onda de críticas e debates jurídicos. Perante a polémica, o próprio tribunal recuou na decisão e determinou a manutenção da prisão preventiva do arguido.
Hélder Dimas Paulino é acusado do crime de homicídio qualificado e foi detido em Novembro de 2025, quando tentava fugir do país.
O crime aconteceu por volta das 02h00 do dia 22 de Novembro, numa loja de conveniência de um posto de combustível no Morro Bento, quando a vítima se dirigiu à caixa para efectuar o pagamento. Na ocasião, o então 1.º subchefe da DIIP, que estava à civil, mas armado com uma pistola, também se dirigiu ao local e exigiu ser atendido de imediato, sem esperar pela sua vez, situação que gerou uma discussão entre ambos.
Depois de a vítima ter saído do interior da loja, o arguido foi atrás dela, disparou um tiro à queima-roupa e fugiu. Acabou por ser detido pela Polícia Nacional na província do Cunene.
