Boa parte destes chamadores de carros encontra-se identificada, alguns com passes e outros com coletes com o nome da associação, vulgo "Placa", a que pertencem, e muitos deles são reconhecidos pela Aliança Nacional dos Taxistas (ANATA).

Para esses jovens, alguns com nível de escolaridade alta, que sustentam famílias exclusivamente com o dinheiro da lotação, a actividade informal surgiu como meio de subsistência, face à alta taxa de desemprego no País, estimada em 20,1% pelo Instituto Nacional de Estatística, associado ao alto custo de vida.

Por cada carro lotado, cobram valores que rondam de 100 a 1.000 Kz (dependendo, às vezes, do valor de cada passageiro na corrida), mas reclamam da não valorização por parte de alguns taxistas, passageiros e polícias.

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