A Sociedade Mineira de Catoca (SMC), situada na província da Lunda-Sul, completa 30 anos de existência. A diamantífera russa Alrosa foi a empresa que encorajou a Endiama a prosseguir o projecto, contrariamente a multinacional sul-africana De Beers que defendeu a sua inviabilidade, uma vez que, segundo a diamantífera, as reservas provadas do quimberlito apenas ditavam a existência não mais que seis milhões de quilates.
A revelação pertence ao presidente do Conselho da Administração da Endiama, José Manuel Ganga Júnior, nesta terça-feira, 26, na abertura da Expo Catoca que decorreu até esta quinta-feira, em Luanda, sob o signo "Aqui, onde os diamantes encontram a comunidade".
Aquele que foi um dos artífices do projecto Catoca conta que o País não dispunha de quadros, nem experiência em termos de exploração de diamantes, após a época colonial, tendo o Governo decidido contactar a De Beers e a Alrosa, para avançarem propostas para a exploração do quimberlito de Catoca.
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