Recomeçam obras das novas barragens hídricas na Huíla
As obras de três barragens hídricas nos municípios dos Gambos, Chibia e Lubango, Huíla, iniciadas em Novembro de 2014 e paralisadas por nove meses, reataram esta semana.
A informação foi prestada esta terça-feira, à imprensa pelo director provincial da Agricultura e de Desenvolvimento Rural, Lutero Campos, afirmando que a paralisação das obras se deveu a dificuldades de pagamento da empreitada, situação já vencida.
Lutero Campos afirmou que só agora é que a empresa Omatapalo começou a desmatar as áreas onde poderão ser construídas as infra-estruturas hídricas, uma vez que a intenção é criar estruturas que possam irrigar e armazenar quantidades de água para agricultura.
"Estes são empreendimentos que vão armazenar água para qualquer momento da estação agrícola, por isso acredito que dentro de dois anos teremos barragens para acudir o problema da seca que as populações destas regiões têm vivido", realçou.
A barragem do Lubango localizada na comuna da Arimba terá a capacidade de aprovisionar 11 milhões de metros cúbicos de água para irrigar uma área de 230 hectares.
Já, a barragem dos Gambos, que será edificada também sobre o Rio Caculuvale, terá 19 metros de altura e vai fornecer 400 milhões de metros cúbicos de água numa área de 25 mil hectares.
Será suportada por um dique de 25 quilómetros, uma torre de manobra e três portelas, enquanto a da Quihita, município da Chibia fornecerá mais de 300 milhões de metros cúbicos de água para uma extensão de 15 mil hectares. As barragens estão orçadas em 25 milhões, cada.
Esta é a primeira visita a que o governador da Huíla, efectua neste locais, depois de ter lançado a primeira pedra em 2014.
Angop/NJ
