"As eleições são já amanha e o tempo está curto", disse quinta-feira, 05, o líder da UNITA, durante a cerimónia da tomada de posse dos membros do "Governo Sombra", frisando que o conselho da presidência, composto por Isaías Samakuva, José Samuel Chiwale, Ernesto Mulato, Kamalata Numa, (...), Alcides Sakala, entre outros da direcção, têm um papel preponderante "rumo à vitória da UNITA nas eleições de 2027".
"Tenho a grande satisfação de ter no conselho da presidência companheiros de grande maturidade e experiência. Espero os melhores conselhos e iniciativas, para junto termos uma agenda à altura dos desafios do país", destacou.
Na opinião de Adalberto Costa Júnior (ACJ), a UNITA transporta o peso da história do partido e dos angolanos, "por isso, a organização deve fazer a grande diferença de mostrar a competência e a capacidade de governar no futuro".
Adalberto Costa Júnior observou que "Angola enfrenta uma crise estrutural impulsionada por décadas de corrupção sistémica, nepotismo e desvio de fundos públicos, resultando em pobreza extrema para grande parte da população2.
Refira-se que no 14º congresso ordinário, a UNITA elegeu Adalberto Costa Júnior como novo presidente.
ACJ nomeou o primeiro-ministro do Governo Sombra da UNITA, Raul Tati.
O Governo sombra tem como objectivo, segundo a UNITA, acompanhar a execução do plano nacional, estudar a evolução dos principais dossiers do país, auscultar o povo e actualizar o programa do partido para governar Angola.

