"A UNITA não acabou com a Frente Patriótica Unida. A Ampla Frente para a Alternância do Poder em Angola é a reafirmação da FPU", disse ao Novo Jornal o porta-voz da UNITA, Francisco Fernandes Falua, reagindo a várias informações postas a circular nas redes sociais e em alguns órgãos de comunicação social, que dão conta que a UNITA extinguiu a FPU, com o surgimento da Ampla Frente para Alternância do Poder em Angola.
Segundo o político, a FPU vai "manter-se de pé", na sequência do seu impacto nos resultados alcançados nas eleições de 2022, onde foi possível atingir 90 deputados eleitos à Assembleia Nacional, embora o maior partido da oposição mantenha fora da equação o novo partido de Abel Chivukuvuku.
"Reconhecemos o mérito dos dirigentes, quadros, membros, simpatizantes e amigos da UNITA, pelo empenho que permitiu ao partido alcançar um resultado histórico de 90 mandatos no Parlamento", destacou, frisando que a nova Frente para Alternância do Poder em Angola, vai integrar patriotas comprovados.
De acordo com o político, há já muitos cidadãos interessados em integrar a Ampla Frente para Alternância do Poder, e brevemente os angolanos saberão a composição e o formato desta frente política.
Refira-se que a UNITA aprovou no seu 14º congresso 18 resoluções, incluindo uma Nova Frente Patriótica Unida para a Alternância política nas eleições de 2027.
Na altura, os delegados saudaram a iniciativa da Frente Patriótica Unida pelo seu impacto nos resultados alcançados em 2022.

