Segundo o Ministério da Saúde foram sinalizados 44 casos na província de Benguela, 40 na de Luanda, 33 na do Cuanza Norte, 13 na do Bengo, seis na de Malanje, seis no Icolo e Bengo, três no Cuanza Sul, dois no Namibe e dois em Cabinda.
Nas últimas horas foi registado um óbito, na província de Icolo e Bengo.
Receberam alta 133 pessoas e actualmente estão internadas 432 com cólera.
O total de casos ascende a 10.233, sendo 4.534 na província de Luanda, 2.672 na do Bengo, 945 na do Cuanza Norte, 884 na do Icolo e Bengo, 664 na de Benguela, 283 na de Malanje, 71 na de Cabinda, 56 na do Zaire, 54 na do Cuanza Sul, 25 no Huambo, 15 no Uíge, 14 no Namibe, sete na Huíla, cinco no Cubango, dois no Bié, um no Cunene e um na Lunda Sul.
Ocorreram desde 7 de Janeiro 387 óbitos, vítimas desta epidemia que atinge sobretudo as populações mais vulneráveis e sem acesso a água potável e a saneamento básico.
Segundo dados recolhidos em diversos estudos internacionais, com incidência nos países menos desenvolvidos, em média existem mais quatro doentes por cada um confirmado laboratorialmente.
A razão principal para esta disparidade é que as unidades de saúde nem sempre dispõem dos componentes básicos para a testagem e porque muitos dos casos são assintomáticos, embora estes portadores do vibrião colérico, agente responsável pela doença a continuem a transmitir na comunidade em que estão inseridos.
Água e alimentos infectados e mal higienizados são a principal causa na transmissão comunitária da cólera.
A vacina e a higiene são os métodos mais eficazes para combater a propagação desta doença, considerada globalmente como uma infecção do 3º mundo.
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