O homicídio aconteceu no último fim-de-semana no bairro dos Munlevos de Baixo, quando os acusados surpreenderam o mota-taxista no bairro, e, com recurso a uma catana, espancaram-no até à morte para lhe roubarem a motorizada, tendo depois fugido para o Bengo.

Um dia depois do homicídio, já na província do Bengo, os homens envolveram-se num acidente com a motorizada roubada, que embateu contra uma viatura, o que gerou uma confusão no local e chamou a atenção dos agentes da polícia que estavam na zona.

O regulador de trânsito em serviço na via da centralidade do Capari deslocou-se ao lugar e levou os jovens para o piquete onde os condutores chegaram ao consenso de reparação dos danos materiais, uma vez que não havia feridos ou mortos.

Para a verificação da motorizada, a polícia solicitou aos acusados a documentação, mas eles apresentaram apenas os documentos do condutor, alegando que a moto pertencia ao avô de um dos homicidas.

Naquele momento foram mantidos sob custódia para que o proprietário comparecesse no piquete a fim de provar a posse do meio de transporte.

Diligências foram feitas e as autoridades no Bengo, com os dados fornecidos pela PN-Luanda, aperceberam-se que os dois cidadãos estão a ser acusados de um homicídio, ocorrido nos Munlevos de Baixo, em Luanda, e tinham fugido para o Bengo depois do sucedido.

Diante desta situação os homicidas ficaram detidos e a motorizada foi apreendida.