Segundo o responsável, que falava à imprensa na última segunda-feira, o perigo é real com registo de casos sintomáticos com exames positivos na região fronteiriça.

"Estamos numa zona muito vulnerável. A susceptibilidade de termos aqui Ébola é muito grande, faz parte das doenças transfronteiriças. Na RDC estamos todos os dias a ter situações de morbilidade e mortalidade", disse Rúben Buco.

O secretário provincial da Saúde de Cabinda também assegurou que a região tem uma contingência montada, com medicamentos e material gastável para responder a uma eventual emergência.

As autoridades reforçaram ainda a vigilância nas fronteiras. "Muito recentemente tivemos de fazer recuar dois congoleses na fronteira do Yema. Criamos condições para o rastreio", concluiu.