A UNITA, maior partido na oposição, vai formalizar junto do Tribunal Constitucional a Frente Patriótica Unida (FPU), com o objectivo de viabilizar a transição democrática em Angola. O País é governado pelo MPLA, que, desde à Independência Nacional, em 1975, detém o poder.

Sem avançar datas nem nomes sonantes da sociedade que possam reforçar a disputa eleitoral de 2027, o presidente da UNITA assegura ao NJ que a transformação da FPU em coligação formal está sobre a mesa, mas sem a alteração da designação, por ser já uma marca. "Tal como afirmei, esta é uma questão que está sobre a mesa", diz o líder da UNITA, em jeito de garantia ao País, numa alusão de que "a designação vai manter-se, pois está registada a patente".

Fontes deste semanário referem que, à semelhança da CNE, onde foram indicadas personalidades de reputado reconhecimento moral da sociedade, o partido do "galo negro" deverá surpreender a sociedade. Personalidades singulares de "peso", académicos, associações religiosas, classes profissionais com idoneidade, entre outras figuras, poderão reforçar a FPU pelos "angolanos e por Angola".

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