O incêndio deflagrou por volta das 22h30 e foi extinto pelos bombeiros apenas às 04h00 desta quinta-feira.
Segundo os bombeiros, as chamas chegaram a atingir mais de três metros de altura e provocaram a destruição total do armazém e de todos os haveres que se encontravam no seu interior.
No local, testemunhas contaram ao Novo Jornal que o pior só não aconteceu graças à pronta intervenção do Serviço de Protecção Civil e Bombeiros (SPCB).
A casa de processo, que servia de armazém, localizada na praça em frente ao Mercado dos Congolenses, baptizada com o mesmo nome, tem as paredes encostadas às bombas de combustível dos Congolenses, que ficam próximas da zona onde estão instaladas as garrafas de gás de cozinha.
Ao Novo Jornal, o porta-voz dos bombeiros em Luanda, intendente Daniel Correia, disse que a causa presumível do incêndio terá sido um curto-circuito na instalação eléctrica do compartimento.
Segundo Daniel Correia, para o combate ao fogo foram mobilizadas duas viaturas de combate a incêndios, sendo uma do quartel principal e outra do quartel da Boavista.
Os comerciantes, desolados, aguardam por uma resposta das autoridades, visto que mais de 150 negociantes perderam todo o negócio no incêndio.
Sobre o assunto, o Novo Jornal contactou o director do gabinete de comunicação institucional e Imprensa da Administração Municipal do Rangel, Adilson Sebastião, que deu a conhecer que, nesta altura, decorrem trabalhos de levantamento sobre o incêndio naquele espaço.
