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Opinião

O novo poder popular

Aquilo a que assistimos no funeral de Nagrelha foi a expressão do desalento, da falta de perspectiva e de expectativas. Foi um aproveitar de uma bandeira, da morte de um símbolo, de uma referência para manifestar o seu desagrado, a sua revolta pela falta de esperança no futuro, pela ausência de rumo, pela falta de confiança nas instituições e lideranças do País. Nagrelha foi, para eles, uma espécie de símbolo de revolta, um exemplo de afirmação de uma franja social que nasceu condenada a fracassar, a não vingar e proibida de ousar ultrapassar a fronteira entre o musseque e o asfalto. Um sinal ao Sistema que eles não serão vencidos pelo cansaço, pelo populismo e pelo aproveitamento político, por via da exploração da dor alheia.
Foto: NJ
Armindo Laureano
24 de Novembro 2022 às 15:09
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Editorial
Mães de Sacrifício
Durante muitos anos, o sistema educativo angolano não contemplava a educação especial na sua estrutura. A ideia de realizar o processo de escolarização das pessoas cujas condições requeria a organização de meios e modos específicos para que tivessem acesso ao currículo teve início somente em 1972, com a iniciativa pontual e particular de se ensinar aproximadamente dez alunos com deficiência visual na escola Óscar Ribas, e com enfoque na habilitação e reabilitação profissional.

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