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Opinião

O novo poder popular

Aquilo a que assistimos no funeral de Nagrelha foi a expressão do desalento, da falta de perspectiva e de expectativas. Foi um aproveitar de uma bandeira, da morte de um símbolo, de uma referência para manifestar o seu desagrado, a sua revolta pela falta de esperança no futuro, pela ausência de rumo, pela falta de confiança nas instituições e lideranças do País. Nagrelha foi, para eles, uma espécie de símbolo de revolta, um exemplo de afirmação de uma franja social que nasceu condenada a fracassar, a não vingar e proibida de ousar ultrapassar a fronteira entre o musseque e o asfalto. Um sinal ao Sistema que eles não serão vencidos pelo cansaço, pelo populismo e pelo aproveitamento político, por via da exploração da dor alheia.
Foto: NJ
Armindo Laureano
24 de Novembro 2022 às 15:09
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Editorial
Kiyoshi Kinoshita: a alma japonesa em Angola
Kiyoshi Kinoshita é um cidadão que nasceu no Japão em 1941, chegou a Angola em 1978 e tinha 37 anos. Morreu em Luanda em Dezembro de 2023, aos 82 anos. Viveu em Angola durante 45 anos, acabando por ter mais anos de Angola do que da sua terra natal. No ano em que Angola e o Japão celebram os 50 anos do estabelecimento de relações diplomáticas, ele simboliza algo muito importante, muito profundo e permanente: A relação entre os povos, a amizade, a inclusão e os afectos.

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