O ministro da Energia e Águas, João Baptista Borges, no final da sessão do Conselho Nacional de Águas, orientada pela vice-Presidente da República, Esperança da Costa, afirmou que "os sistemas serão montados, mas em determinadas áreas onde há maior vulnerabilidade, principalmente no acesso a Luanda, por se perceber que há maior actividade de vandalismo nestas zonas e julga-se mesmo que se persegue o propósito de deixar a cidade às escuras".

O ministro apelou à colaboração das populações na denúncia de situações suspeitas e defendeu maior celeridade no tratamento judicial destes crimes, de forma a desencorajar novas ocorrências.

Recentemente, incidentes registados nas províncias de Luanda e Icolo e Bengo deixaram mais de 45 mil clientes sem energia, com impacto significativo na vida das famílias e nas actividades económicas.

Refira-se que a Proposta de Lei dos Crimes de Vandalismo de Bens e Serviços Públicos em Angola, apreciada pelo Conselho de Ministros em Março de 2026, e que visa endurecer a repressão à destruição de património colectivo já foi enviado para o Parlamento.