A situação, que ocorre desde janeiro, tende a aumentar devido à chegada tardia dos pacientes aos hospitais, que antes recorrem ao tratamento tradicional em igrejas, avançou a diretora municipal da saúde, Mariana Domingas.
"A situação já está a ser controlada", disse Mariana Domingas, em declarações à Rádio Nacional de Angola.
Segundo a fonte, as pessoas vão às igrejas fazer medicação tradicional e chegam ao hospital já intoxicadas com esse tipo de medicação.
Além do sarampo, a sarna e a lepra foram também preocupações manifestadas pelo administrador de Caiundo, Manuel Moura Jamba.
O sarampo é uma doença viral altamente contagiosa, caracterizada por febre alta, tosse, conjuntivite e manchas avermelhadas espalhadas pelo corpo.
Esta infeção, transmitida principalmente através de gotículas respiratórias, é prevenida apenas pela vacina.
