De acordo com o chefe de secção municipal da Agricultura e Desenvolvimento Rural no Soyo, Luís Maria Faustino, em declarações hoje (segunda-feira) à Angop, a situação preocupa os agricultores locais que, anualmente, vêem a sua produção a deteriorar-se, por falta de meios de transporte para os centros de consumo.

Explicou que toneladas de produtos do campo com maior realce para mandioca, batata-doce, banana, feijão, milho, citrinos, entre outros, acabam por se detriorar, todos os anos, constituindo grandes prejuízos para as famílias camponesas.

Apontou as comunas do Sumba, Mangue Grande, Quêlo e Pedra de Feitiço como as mais produtoras de produtos do campo, ao nível da circunscrição, cujas vias de comunicação encontram-se em estado acentuado de degradação.

Acrescentou que a situação já é do conhecimento das entidades governamentais locais que admitem tudo fazer para se inverter o actual quadro, nos próximos tempos.

"Também fomos informados que a partir deste ano, começam as obras de reabilitação das vias secundárias e terciárias do nosso município. Acredito que com a ligação por terra entre a sede municipal e as comunas, a situação será diferente", frisou o chefe de secção municipal da Agricultura

no Soyo.

Angop / NJ