Pode até parecer uma mistura de novela mexicana e brasileira, adicionando um drama de Hollywood para o enredo ficar um pouco mais hilariante. O certo é que a Polícia Nacional de Angola (PNA) continua a "rochar" na sua intenção de desarmar empresas de segurança privada. Em Janeiro de 2024, a PNA anunciou que o desarmamento coercivo das empresas seria feito em Junho daquele ano. Em Junho, foi adiado para Outubro, período em que as empresas tinham de retirar de forma voluntária as armas de guerra dos chamados postos sensíveis (estabelecimentos comerciais, condomínios, clínicas, instituições escolares e religiosas, posto de abastecimento de combustíveis). Em Dezembro, houve novo adiamento e este mês de Fevereiro de 2025 foi a nova data indicada. As empresas resistem e alegam falta de condições financeiras devido ao preço das armas que chegam a custar mais de 400 mil kwanzas.