A delegação é chefiada pelo secretário de Estado da Geologia e Minas, Jânio Correia Victor, mas a comitiva conta igualmente com o administrador para o Planeamento Estratégico e Operações Mineiras da Empresa Nacional de Diamantes de Angola (Endiama), e por outras personalidades ligadas ao sector.
Durante três dias, Angola vai ainda dar a conhecer os projectos abertos a investimento e apresentar os benefícios que o novo Código Mineiro oferece a empresas que pretendam actuar no subsector dos diamantes no País, naquele que é o maior evento de promoção do sector mineiro africano fora do continente, de acordo com um comunicado de imprensa.
A Endiama refere, no mesmo comunicado, que pretende também "estreitar" relações com várias companhias do sector, tendo já agendado uma reunião com representantes da Lucapa Diamond Mining, que já opera em Angola no Projecto Lulo, na província da Lunda Norte.
De recordar que foi publicado um decreto presidencial, em Julho, que terminou com os clientes preferenciais na compra das pedras preciosas, e que dava conta de que as empresas diamantíferas presentes em Angola vão poder passar a vender livremente até 60% do total da produção.
O decreto presidencial, que tinha em conta as conclusões do "diagnóstico" feito ao sector diamantífero nacional, referia que há uma "considerável diferença entre as potencialidades do país e o impacto efectivo das indústrias diamantíferas na economia nacional".
Em 2017, a ADU contou com a participação de 60 apresentadores, 67 expositores e mais de 1.000 delegados de 40 países, incluindo ministérios de mineração e delegações governamentais de 19 países africanos, entre eles Angola.
