Começar pelo Dombe Grande a abordagem relativa a um especial informação dedicado às enchentes no rio Cavaco, cidade de Benguela, dá consistência a correntes que insistem na tese de negligência das autoridades e continuam a associar o drama dos quase 20 mil desalojados à falta de prevenção face a sinais de uma tragédia anunciada.
É certo que a hora é de «recolher os cacos» após o cortejo de mortes e o rasto de destruição como resultado do transbordo das águas do Cavaco, no passado domingo, 12, mas há já quem olhe para o Coporolo, no Dombe, com os olhos que terão faltado no município-sede da província, sem que tal apreciação desvie o foco do momento de solidariedade que se observa.
Isto porque, conforme apurou o Novo Jornal, não está concluída a construção do terceiro dique de protecção nas margens de um rio com histórico de catástrofes, como mortes, destruição de casas e campos agrícolas e isolamento de regiões.
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