Pelo menos é a primeira vez na história do MPLA a realização de um congresso com múltiplas candidaturas, um princípio estatutário negligenciado durante décadas.
Este princípio, que deverá ser colocado à prova no Congresso Ordinário de 9 a 10 de Dezembro, capitaliza as atenções não só de militantes, mas também, sobretudo, da sociedade que teme o "reeditar" do episódio do último evento afim da OMA, braço feminino do partido no poder, em que uma das duas candidatas apuradas deixou a corrida por alegadas "ordens superiores".
Após a convocação, no passado mês, do Congresso Ordinário pelo líder dos "camaradas", o presidente da Subcomissão de Candidaturas, Job Capapinha, anunciou, em conferência de imprensa, que não recebeu concorrências até à presente data.
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