Pelo menos 363 cidadãos nacionais, entre os quais escritores, jornalistas, oficiais superiores das Forças Armadas Angolanas (FAA) na reforma, antigos dirigentes, advogados/juristas, médicos, engenheiros/arquitectos, economistas, professores, artistas e empresários, estão "muito preocupados" com a situação em Cuba e acusam os EUA não só de cerco total àquele país, mas também de acções directas, com medidas sancionatórias e ameaças de retaliação sobre terceiros Estados que persistam em relacionar-se com Cuba, mesmo que seja numa base apenas comercial ou de ajuda humanitária.

A iniciativa é do professor jubilado de Direito Fernando Oliveira, da professora de Direito e advogada Paulette Lopes e do médico Luis Bernardino.

O manifesto, cujo expediente deu entrada à Presidência da República no dia 20 de Março de 2026, destaca que cidadãos angolanos, agindo em plena consciência do exercício de um legítimo direito e de um indeclinável dever de expressão cívica, insta o Presidente da República e, por seu intermédio, perante toda a sociedade angolana, manifeste "o mais vivo repúdio do maléfico procedimento em curso contra a República de Cuba e a mais calorosa solidariedade para com o irmão Povo Cubano, na dramática situação que presentemente atravessa".

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