E a vida que a gente teria se a Educação fosse prioridade na periferia?" Foi o que o artista angolano Paulo Flores questionou no tema "Isso é que é Economia", do álbum "Bolo de Aniversário", de 2016. Certo é que a Educação não é prioridade na periferia, no Parlamento, na Cidade Alta e noutras paragens. A nova ministra da Educação, Erika Aires, assumiu como prioridades a redução do número de crianças fora do Sistema de Ensino, fortalecer infra-estruturas, valorizar os professores e assegurar a continuidade dos projectos estruturantes. Desafios muito interessantes, num país que cabimenta apenas 6,9% do OGE para o sector, quando as recomendações da UNESCO são 20%.