Nada mais impreciso... Dario leu mal, ou está esquecido, das dezenas de páginas que eu escrevi sobre a matéria, numa investigação aturada que me levou inclusivamente a Pernambuco, onde tive o privilégio de visitar o templo maçónico do Recife. Na verdade, se é incontestável aquela afirmação, que eu jamais poderia contestar, até porque era do domínio público, o que Dario não considera é todo o meu arrazoado sobre o que distingue a Maçonaria emblemática (cívica, ética e filosófica, tendo por divisa Liberdade, Igualdade e Fraternidade) das associações ou "clubes" ligados por interesses económico-financeiros a que não era muitas vezes alheio o tráfico de escravos - e que se designavam também por Kuribekas.

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