Segundo um comunicado de imprensa, as delegações das duas formações políticas reunidas na quarta-feira, 18, analisaram o contexto nacional e reafirmaram a necessidade de construir uma alternativa democrática credível para Angola, sublinhando que a mudança política deve ocorrer por via pacífica, constitucional e assente na vontade soberana dos cidadãos.
No caso do BD, este reiterou a sua firme permanência na Frente Patriótica Unida e manifestou abertura para o alargamento da frente a outras forças políticas e à sociedade civil, destacando a importância da unidade estratégica num contexto de fragilidades na transparência eleitoral.
As partes consideram que uma Frente Patriótica estruturada como coligação eleitoral reforça a coordenação, a fiscalização do processo e a confiança pública numa alternativa plural.

