Este modelo passa por uma nova abordagem nas relações com África e os africanos em que a cultura, a educação, o desporto, a juventude, o empreendedorismo, e a inovação tecnológica estão no centro das atenções.
Macron quer mudar a narrativa neocolonialista e a visão extractivista sobre a França que ainda se verifica em várias partes de África, quer também o fim da ideia de zonas de influência de França no continente africano, pretendendo estabelecer e fortalecer a cooperação com todos os países do continente, como são os casos do Quénia, Nigéria e Angola onde houve um aumento do investimento e da cooperação francesa na última década.
"África precisa de investimento e nós queremos ser parceiros em igualdade. Nós queremos que as empresas francesas invistam lado a lado com as africanas", disse o estadista francês durante o painel "Future Makers- Futuros Criadores" que teve lugar na Universidade de Nairobi.
Destacando ainda que França e África têm um destino comum e uma história para construir.
"Há uma história positiva para se construir e vocês têm de construir a vossa própria história".
