Na véspera de mais um feriado nacional, a assinalar-se na segunda-feira, 23, data que marca o fim da Batalha do Cuito Cuanavale, generais do MPLA e da UNITA recordam com nostalgia o "cheiro da pólvora" produzido no conflito que conduziu o País a importantes processos de reconciliação nacional e internacional.
Fernando Mateus, general do MPLA, afirma que o Cuito Cuanavale foi a mãe de todas as batalhas em Angola, desde 1975 a 2002, que resultou na paz e nas mudanças geopolíticas e geostratégicas da África Austral.
Avança que o início da batalha foi sempre com o propósito de reposição das linhas fronteiriças, não obstante a intervenção das forças sul-africanas, a mando de outras potências mundiais.
Segundo Fernando Mateus, a África do Sul era uma potência em termos de produção de armamento e alterava também o que recebia do Ocidente.
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