Especialistas ouvidos pelo Novo Jornal entendem que a decisão do Presidente da República de alargar o período do Programa de Privatizações (PROPRIV) para mais três anos (até 2026) e a incorporação de novos activos poderão não ser potenciadores do aumento da rentabilidade das empresas a privatizar.
O consultor Galvão Branco entende que "o acto de se privatizar uma entidade empresarial não significa per si dotá-la da eficiência e eficácia operacionais desejadas, nem pode, por vezes, concorrer para o aumento da sua competitividade e rentabilidade".
Segundo o conhecido consultor económico, o factor crítico potenciador do sucesso empresarial reside essencialmente nas competências instaladas no processo de gestão, que podem ser agenciadas independentemente do regime de propriedade.
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