O motivo do adiamento foi a ausência da magistrada do Ministério Público (MP), que não compareceu à audiência por razões familiares, levando o tribunal a adiar o início do julgamento e a remarcar a sessão para a próxima terça-feira.

No tribunal estiveram presentes, para o arranque do julgamento, a arguida Yola Araújo e os queixosos, os também cantores Yuri da Cunha e Ariovalda Eulália Gabriel, mais conhecida como "Ary".

Sob o processo 15257/2025, Yola Araújo vai responder pelas acusações proferidas contra Yuri da Cunha e Ary, num áudio divulgado nas redes sociais em 2025.

Segundo a acusação, Yola Araújo fez graves alegações sobre o suposto consumo excessivo de drogas por parte de Yuri da Cunha e Ary.

Em resposta às declarações de Yola Araújo, Yuri da Cunha e Ary apresentaram uma queixa-crime, tendo o processo seguido para julgamento.

Em 2025, Yola Catiana Moreira de Araújo foi constituída arguida pelo Ministério Público (MP), após a apresentação de uma queixa-crime junto do Serviço de Investigação Criminal (SIC).

A arguida vai responder perante o tribunal sob a medida de coacção de Termo de Identidade e Residência (TIR), aplicada pelas autoridades.