As asas ainda estão no lugar, mas o ASA já não consegue levantar voo. O histórico clube angolano, tricampeão nacional e antigo protagonista do futebol nacional, está mergulhado numa crise financeira que ameaça a sua própria existência. A direcção diz precisar de 17 a 18 milhões de kwanzas por mês para sobreviver, enquanto os atletas ficam sem contratos e os patrocinadores continuam longe.
O avião está em terra e, desta vez, não há pista à vista para a descolagem. Afundado numa crise financeira que ameaça a sua sobrevivência, o histórico Atlético Sport Aviação (ASA) precisa de até 18 milhões de kwanzas por mês para assegurar o funcionamento das quatro modalidades actualmente praticadas pela agremiação: futebol, basquetebol, andebol e xadrez.
Sem contratos para os jogadores, sem capacidade para reter talentos e à espera de novos patrocinadores, o clube das asas partidas admite estar a caminhar "assustadoramente" para o fim; o alerta é do presidente da agremiação, José Luís Prata.
Em Março de 2025, José Luís Prata já havia alertado publicamente para o risco de desaparecimento do ASA, caso não surgissem novos investidores capazes de ajudar a travar o passivo financeiro do clube.
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