Não precisamos perceber nada de futebol para sentir a dor. Foi surra. Tal qual a expressão popular diz: "Pau não se explica".
Para o Paraguai, o jogo foi tentar travar uma avalanche com as mãos. Impossível.
Aos 7", Damian Bobadilla marcou na própria baliza e abriu o caminho para um resultado esclarecedor.
Aos 31" e 45+5", Folarin Balogun bisou e assumiu, à condição, a artilharia da competição.
O tento de honra foi apontado por Maurício aos 73 minutos.
Aos 90+8", Gio Reyna entrou e sentenciou a contenda.
Os anfitriões mostraram outra velocidade: mais bola, melhores chances e passe com critério. A diferença técnica entre ambos foi notória em campo.
Com este resultado, os EUA dão boas indicações e lideram o grupo D isolados com 3 pontos e quatro golos. E num Mundial onde cada golo conta, isso pesa.
O Paraguai ainda melhorou o desempenho, sobretudo na segunda parte, mas não foi suficiente. Agora as atenções voltam-se para Austrália e Turquia, que jogam às 05h00 de sábado, hora de Angola.










