Percurso das equipas:
O Brasil dá mostras de crescimento na competição. Depois de um empate com Marrocos (1-1) e vitórias sobre Haiti (3-0) e Escócia (3-0), terminou em primeiro lugar no grupo C, com sete golos marcados e um sofrido.
Nos dezasseis-avos-de-final, frente ao Japão, recuperou de uma desvantagem por um golo e conseguiu vencer por 2-1.
O pentacampeão mundial apresenta várias soluções ofensivas, com Vinícius Júnior em destaque, quatro golos na artilharia, Matheus Cunha com três, além de Endrick como opção de impacto a partir do banco e Gabriel Martinelli capaz de acelerar jogos em espaços curtos.
Já a Noruega alcançou os oitavos-de-final após terminar em segundo lugar no grupo I, com seis pontos, oito golos marcados e sete sofridos. Garantiu o apuramento depois de vencer a Costa do Marfim por 2-1, num jogo decidido por Erling Haaland nos minutos finais.
O encontro deverá ser equilibrado, com duas selecções com talento distribuído e capacidade de decisão individual.
Chaves para a vitória:
A finalização poderá ser fundamental para os europeus, com Alexander Sørloth como alternativa ofensiva, sobretudo com Haaland fortemente vigiado. Ørjan Nyland terá papel importante na baliza para segurar a ofensiva "canarinha".
Do lado brasileiro, a prioridade passa por quebrar a organização defensiva da Noruega e evitar que a ansiedade condicione o jogo. Vinícius Júnior será determinante sempre que encontrar espaço para acelerar.
Quem marcar mais cedo vai obrigar a outra equipa a abrir e isso perspectiva que haja mais golos. Este duelo tem potencial para um triunfo de três a quatro golos.
Factor-X:
Bruno Guimarães assume papel central na construção e nos passes de ruptura.
Do lado norueguês, Martin Ødegaard e Patrick Berg serão responsáveis por controlar o ritmo e ligar sectores.


























































































