Enquanto a ministra da Administração Pública, Trabalho e Segurança Social (MAPTSS), Teresa Dias, atribuía, em Luanda, prémios a empresas regulares nas suas prestações, dezenas de antigos colaboradores da construtora Odebrecht, em Benguela, manifestavam desagrado pelo que chamam de deduções salariais sem efeitos na Segurança Social.
Foi há duas semanas, numa exposição de "longos anos de sofrimento, em plena via pública, mas o caso promete agitar os corredores do Instituto Nacional da Segurança Social (INSS) nos próximos dias, até pela incursão da construtora brasileira em defesa do seu "bom-nome".
Gestora de uma carteira cheia de obras entre 2004 e 2014, o ano da suspensão da construção das infra-estruturas de apoio à Refinaria do Lobito, a Odebrecht está a pressionar o INSS no sentido de obter uma "informação mais clara" a este respeito, tal como a sua área de Comunicação e Imagem informou ao Novo Jornal.
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